O mais formidável segredo do Céu se esconde por vastas
dimensões. A aurora é um fenômeno grandioso, óptico natural nas regiões polares
da Terra. Isto é um impacto que todos vivemos a cada amanhecer. São luzes
coloridas onde o maior maestro lunático é o Sol. É um espetáculo colori blur – primariamente branco e
azul. Depois avistamos as demais cores: tons de verde, vermelho, roxo e azul.
Essas luzes são conhecidas como Aurora
Boreal e Aurora astral.
As cores mais fortes estão repletas de significados: verde –
ocorre quando os elétrons colidem com moléculas de oxigênio; vermelho – também causado
pelo oxigênio, mas em atitudes elevadas; roxo e azul resultam da alteração com
o nitrônio. Ao final, o que queremos indagar? Quem está por trás deste
espetáculo?
A Aurora Bureal ocorre quando partículas carregadas do vento solar interagem com a atmosfera da Terra, moléculas de oxigênio e nitrogênio. No caso da Aurora Astral ocorre um despertar da vida, também simbolicamente descrever um despertar espiritual: um fenômeno ligado a energia e ao cosmos. As estrelas carregam abundância de sentido: tem luz própria e cânticos. Podemos chamar de Journey – viagem ou jornada belíssima no espaço!
Estas dimensões de Céu foram chamadas com muito poder – se chama Shaymin – termo que explica a mão de Deus belíssima e cheia de poder. Partum – termo que explica o que chamamos de tudo que é perfeição.
Para a nossa alegria, temos um filme com este fenômeno precioso. O filme Aurora do diretor F. W. Murnau. Um dos mais fortes do cinema mudo. A história é sobre um camponês cujo principal ator é George O’ Brian, que se apaixona por uma mulher da cidade. Ela o persuade a assinar sua esposa para que possam fugir juntos. No entanto, ao tentar cumprir o plano, ele percebe o erro e busca redenção, reacendendo o amor por sua esposa. O filme explora temas como paixão, culpa, redenção e o contraste entre a vida rural e urbana.
Este filme foi recomendado pelo maior crítico de cinema do Brasil – Antonio Moniz Viana. Tão encantado pela beleza do filme decidiu assistir com vários amigos. Moniz era formado em medicina. Mas sua paixão pelo cinema o fez se tornar em jornalista. E passou a escrever por muitos anos. Publicando críticas nos principais jornais do Brasil. Uma geração inteira passou a admirá-lo. Em sua opinião, um filme é eterno. O que deu título ao seu livro mais marcante: Um Filme é para Sempre!
Podemos
dizer que Moniz Viana é considerado um amigo do cinema. Foi através do seu punho
que a crítica de arte teve revolução por várias gerações. Um exemplo maior é o
cineasta brasileiro Glauber Rocha. O qual declarou que o cinema seria uma nova
Bíblia! A beleza da historia do cinema são muitas gargalhadas – o que chamamos
de catarse – um alívio emocional altíssimo.
